Segundo o executivo, o setor sucroenergético nacional vive a maior conjuntura de alavancagem nesta safra 2018/19 desde o ciclo 2014/15. De acordo com o executivo, este quadro não preocupa e a projeção é de uma dívida comportada no segmento para a próxima temporada.

No entanto, Fernandes alertou que a heterogeneidade entre as usinas precisa diminuir.

A média de competitividade do setor precisa melhorar.”

Em sua fala, o executivo destacou ainda que o investidor privado está mais exigente em relação ao retorno financeiro para aplicar em projetos no agronegócio.

Também integrante do painel, o diretor do BNDES, Mauro Mattoso, mencionou que o banco quer apoiar projetos de produção de biogás a partir da vinhaça, resíduo resultante da moagem da cana para fabricação de etanol. Ademais, Mattoso salientou, ainda, que vem aumentando os pedidos de financiamento por parte das usinas para projetos de cogeração de energia.

 

Fonte: Grupo IDEA (29/10/2019).

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