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O panorama agrícola brasileiro testemunhou um crescimento entre 1985 e 2022, da área ocupada pela agropecuária atingindo a marca de 95,1 milhões de hectares, o que representa 10,65% do território nacional, de acordo com dados do MapBiomas. Nesse período, a produtividade de grãos cresceu muito mais, batendo recordes sucessivos. Na safra 2022/2023, por exemplo, a produção de grãos no Brasil fechou o ciclo em 322,8 milhões de toneladas, de acordo com o 12º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado significa um crescimento de 18,4%, em relação à safra anterior. Na produção de proteínas de origem animal, os dados também sinalizam crescimento contínuo, lembrando que o Brasil possui o segundo maior rebanho pecuário do mundo, segundo análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

Não podemos falar da produção de grãos e proteínas, sem mencionar o crescimento da população mundial. Conforme relatório do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, em novembro de 2022, a população mundial atingiu a marca de 8 bilhões, com a projeção de alcançar 10 bilhões até 2050.

Quem atua na agropecuária brasileira sabe bem que pauta da produção de alimentos em relação ao crescimento populacional não esgota diante desses indicadores e ainda impõe novos desafios. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), agência especializada do Sistema ONU, estabeleceu como marco estratégico 2022-2031 a visão de um mundo sustentável, no qual todas as pessoas tenham segurança alimentar, alinhado com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Este marco inclui quatro eixos fundamentais: Melhor Produção, Melhor Nutrição, Melhor Ambiente e Melhor Qualidade de Vida.

Os eixos preconizados pela FAO estão em sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. O agronegócio assume cada vez a proatividade na mitigação de impactos ambientais, produzindo mais, reduzindo a demanda de insumos não renováveis, o impacto no meio ambiente e a pegada de carbono, entre outros ganhos.

É um caminho sem volta até porque, à medida que o setor tem mais informação qualificada, mais as indústrias investem em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. Particularmente, as indústrias de tecnologia em nutrição vegetal, representadas pela Abisolo, oferecem uma ampla gama de soluções baseadas no conhecimento da fisiologia das plantas, dos diferentes tipos de solo e do ambiente de produção agrícola, sustentadas pelo conceito de “Produtividade Inteligente”. Essas soluções têm contribuído significativamente para melhorias na qualidade e na produtividade dos cultivos.

No entanto, essa necessidade premente de produção sustentável abre uma oportunidade ímpar para o agronegócio brasileiro. O país já se destaca como líder em práticas agrícolas sustentáveis, incluindo o plantio direto, a integração lavoura-pecuária-floresta e o uso crescente de insumos biológicos, superando outros países nesse aspecto.

Os produtos das indústrias de fertilizantes especiais estão entre os mais sustentáveis. São soluções com relevante papel em relação aos processos relacionados à economia circular, valorização dos resíduos sólidos orgânicos, que resultam em produtos de grande eficiência para a construção e para a recuperação da fertilidade dos solos. A nutrição inteligente e produção sustentável destacam-se como as chaves para o enfrentamento dos desafios da agricultura brasileira, contribuindo com o marco estratégico definido pela FAO.